A pedido do João Victor Ratts, aí vão algumas dicas a respeito de fechamento de arquivo pra enviar pra uma gráfica ou bureau de impressão. Na verdade é um teste de atenção, mas isso aí é mais uma demonstração de como é o meu fluxo de trabalho no Illustrator, na hora de finalizar um projeto pra produção gráfica.
Uma erratazinha, é lá pelos 4 minutos eu digo “nove centímetros”, mas na verdade é nove MILÍMETROS !
Outra coisa que esqueci de mencionar, é quando houver imagens no arquivo, vc deve conferir se ela está em CMYK 300dpi. Isso costuma ser feito no Photoshop, antes de vc colocar a imagem no Illustrator. Aí também tem que ter certeza que ela não está entrando maior do que 100% o tamanho original dela. Senão começa a ficar toda pixelada. Se a imagem estiver estourando esses limites um pouquinho, num tem problema. Mas se estiver entrando tipo a 150%, ou o dpi estiver a 200, dá pra forçar a barra no Photoshop com plugins como o AlienSkin BlowUp! ou o Genuine Fractals, que fazem um ótimo trabalho de resampleio forçado de imagem e já me salvaram de vários pepinos.
Entao João, nossa me ajudou muito, deu pra tirar muita dicas e aprender mais com esse seu tutorial, parabens cara, mas rolo uma dúvida, no caso de voce morar em centros grandes, as gráficas trabalham com Ai, mas no meu caso, interior, Jaragua do sul, SC, as merdas das gráficas aqui, não encontro uma que trabalhe com illustrator, e se eu tiver q mandar o arquivo do illustrator, para o cara da gráfica abrir em corel? em qual formato exportar? pdf? eps? psd? putzz, se poder da um alo ae, fico muito grato…
Novamente, seus tutoriais tem me ajudado.
Manja muito hein! ahaha
boa sexta feira ae! abrs!!!!
Luis e João.
Trabalho em uma empresa de impressão digital aqui em São Paulo (capital).
O que posso dizer sobre essa dúvida é que, pelo menos na minha área, a maioria das empresas tem que gerar um arquivo de RIP, o que é feito a partir de um arquivo em TIFF ou EPS, o que quase os obriga a usar o Photoshop mesmo. Sendo assim, acredito que pode ser enviado em PDF, EPS, ou mesmo TIFF ou JPG. Uma vez que PDF e EPS podem ser abertos no Corel também.
Uma outra opção à explicação do João é:
do AI gerar um EPS ou PDF e depois abrir no corel. O “problema” é que precisa ficar ligado nas cores ou alguns detalhes, que podem ser mudados. Mas geralmente dá certo pra mim.
Eu diria que sempre é legal dar uma conversada com quem vai dar saida no material, só pra saber como o cara trabalha… coisa e tal.
É isso ahe!
Mais uma vez… belos tutoriais João!
Abraços.
Poise cara, às vezes aqui no RJ mesmo infelizmente agente tem que dar saída pra Corel. O que eu faço é simplesmente copiar do AI e colar no Corel e salvar como .cdr . Mas sempre tem que dar uma revisada nos elementos e nas cores quando se faz isso. E é arruscado se você tiver muitos efeitos e recursos exclusivos do Illustrator no arquivo. Tem que pensar na arte já imaginando como o Corel vai interpretá-la quando for ler o arquivo.
Eu ja sabia fechar arquivo (ou achava que sabia) mas pensei em assistir o video mesmo assim. E não estava errado, valeu a pena! Sempre acabo aprendendo um pouco mais. Uma coisa que eu sempre tinha dificuldade era de saber se faltava transformar em vetor alguma fonte, e oura coisa que adorei foi o “select all unused” e “Add all select”. Essas e outras me fizeram ver que valeu e muito a pena assistir. varias coisas tao simples que eu desconhecia.
Vou ver seu site e procurar outros tutoriais.
Obrigado
Fabuloso seu blog, tem me ajudado muito, principalmnte o material sobre Illustrator. Muito obrigada e Parabéns!!!
Muito boas as suas dicas, parabéns!!
Já trabalho com Illustrator há um tempo e nunca havia usado o “select all unused” e “Add all select”. Valeu a pena ver seu vídeo!
Deixo uma dica para fazer as marcas de corte no CS2. Crie um objeto (retângulo ou quadrado) na medida exata da sua arte e sobreponha-o em cima. Vá em “filter”, “create” e clic em “crop marks”, depois delete o objeto criado. Pronto, estão lá suas marcas de corte com a cor “registration” aplicada pelo próprio programa.
Abraços e parabéns, mais uma vez!
Muito bom…pra mim foi uma aula pois tudo foi novidade…acabei de ficar com dó do cara da gráfica pois nunca tive esse cuidado para fechar os arquivos para impressão.
Muito obrigado pela dica.
Cara, não consigo visualizar o tutorial.
Estou navegando no Firefox, mac os x, flash instalado.
Trabalho há muito tempo com pré-impressão, desde o Aldus Page Maker… mas minha vida no ilustrator finalizando arquivos é recente e estou apanhando em algumas coisas básicas.. como área de crop e sangra.
Mto complicado vc fazer a gentileza de me enviar o arquivo?
Abraço
André
Achei legal seu vídeo mas gostaria de dar uma contribuição para evitar a colocação das marcas de corte, se você permitir – Quando você criar o arquivo deixe o tamanho da página exatamente como você quer o trabalho final e sangre a imagem/cores para fora da página, coloque somente a marca de dobra também por fora da imagem/ página, assim quando a gráfica for impossicionar seu trabalho para soltar as chapas na pré-impressão o programa que será usado já coloca as marcas (assim você ecônomiza este tempo e a gráfica não precisa mexer no seu arquivo pois eles terão que fazer o que descrevi para soltar as chapas).
João comecei a ver esse tutorial e acabei parando na parte que você faz cruz de corte manualmente, se vc utilizar a ferramenta crop area, na sua area de corte, depos utilizar o release e ae vai em filtro, creat, crop marks ele cria automatico a cruz de corte! Quanto ao resto termino de ver depois, isso ae!!
abs
[...] Caso não esteja visualizando o Vídeo, clique no link abaixo: http://joaofaraco.com.br/illustrator-fechamento-de-arquivos/ [...]
Enxutar foi ótima, mas foi de grande ajuda, obrigado! Usuário de Corel é difícil, quando passa pra outro programa fica perdido.
Ola, gostaria muito de ver o video de fechamento, pois estoucomeçnado agora e preciso criar um cartão de visitas e mandar para gráfica. MAs não está sendo exibido este video, como faço para ver.
obrigada,
adorei o site.
Beth
Cara, meus parabéns.
Teus videos me ajudaram muito….muito mesmo.
E parabéns pelos teus trampos tbm, vc manda muito!!
Valeu
Um abraço
Olá, pelo que entendi voce, msm finalizando o arquivo, ainda mandou ele no formato AI pra gráfica. Nao tem perigo do cara de lá mexer na sua arte?
E qual seria a melhor forma de fechar um arquivo de Photoshop?
Já ouvi falar que o ideal pra impressao é em formato tiff
Obrigada,
Suzan
Oi Suzan,
Na verdade, é até melhor mandar o arquivo aberto pra gráfica, especialmente se houver facas e vincos envolvidos. Desse modo, o produtor gráfico pode adaptar a sua faca ao que deve ser produzido, dependendo do que ele ver na hora. As vezes uma faca requer algumas experimentações na máquina, pra ver se vai dar certo. Com essa liberdade, o produtor não perde tempo e faz os ajustes na hora.
E também, se ele modificar alguma coisa da arte, você vai sempre ver uma prova antes de mandar rodar.
E pra finalizar bitmaps, sempre é recomendado o formato TIFF mesmo. Sem esquecer é claro que ele deve estar em CMYK (se for policromia), a 300dpi, e pode até ter compressão LZW.
Se não for policromia, você deve converter a imagem pra quantidade de cores que vão ser usadas, pra máquina saber o que vai imprimir com que cor. Uma imagem a ser impressa com dois Pantones por exemplo, deve ser convertida para duotone, e aí você designa os tons que cada cor terá sobre da imagem. No fim você vai ter um arquivo com somente dois canais, um pra cada Pantone.
Muito bom João!
Varias dicas ótimas.
Mas eu tenho uma dúvida: No caso de gradinentes, o que fazer para não marcar as etapas (não ficarem visivéis)? Rasterize nelas? Ou aumenta a quantidade de etapas? O que fazer com os gradientes??
Valeu!
Fala Lucas,
Gradientes você pode deixar como eles estiverem mesmo, não precisa expandir em etapas ou rasterizar.
Acho que seria seguro rasterizar somente se você tiver feito um Gradient Mesh, em vez de gradiente clássico (linear ou radial). Só não esquece de conferir se o raster está em 300 dpi !
Pra saber isso, vá em “Effect” >> “Document Raster Effects Settings …”. Aí é só ver se está a 300 dpi.
Vergonhoso a maneira como vc fecha um arquivo, principalmente as crop marks feitas manualmente.
Bruno, esse método de criar as marcas de corte pode não ser o mais rápido, mas é compatível com qualquer versão do Illustrator e funciona do mesmo jeito. Na minha experiência, aprendi que cada finalizador tem sua própria metodologia de fechamento de arquivo, mas no fim o que importa é que a “checklist de finalização” seja cumprida para garantir resultados corretos.
O que você pode fazer é elaborar mais o seu comentário, dizendo o que você acha que seria melhor, pra que outros leitores possam aprender outras técnicas de finalização. Quem sabe assim possamos avaliar se o seu método é menos vergonhoso que o meu.
Muito bom seu exemplo. Educado e fino. Foi bom investir meu tempo na leitura de seu artigo.
Vergonhosa é a maneira como esse cidadão de nome Bruno Godoi envia seus comentários, sua mãe não te deu educação não?
Ficou uma dúvida!
Quando utilizamos transparencia em cima de uma imagem. O recurso que vc apresentou não é valido, pois ele chapa a transparência. O que fazer então? Transformar tudo em imagem?
Ps: muito legal o tutorial, trabalhei com o corel a 15 anos e ja retirei essa joça da minha vida ha 3 anos, viva o AI!
Muito bom esse seu tutorial de fechamento de arquivo! Sou estudante de Design Gráfico e estou indo pro 2° ano do curso. Infelizmente só teremos produção gráfica lá pelo 4° semestre então seu tutorial ajudou muito! Obrigada!
Olá João, seu vídeo tutorial me ajudou muito, mas descobri uma pequena falha na sua aula, sobre relinkar as fotos, vc fala na sua aula que não é possível relinkar as fotos que foram embedadas no Illustrator, mas é possivel sim, é só vc clicar em windows / links e no rodapé da caixa de dialogo links, tem o botão RELINK é o 1º botãozinho na parte de baixo da caixa fica meio escondido mas tá lá, valeu João, fico aguardando de novas vídeo aulas, abraço.
Fala Osvaldo,
Na verdade o que eu disse que é impossível fazer é extrair a imagem embedada, como pode no Corel e no Freehand. Uma vez embedada, não dá pra fazer o processo contrário. Isso é um problema quando vc abre um arquivo com a imagem embedada mas quer editá-la no Photoshop, por exemplo.
Há pouco tempo eu vi um macete pra extrair uma imagem embedada do arquivo : Você salva o arquivo .ai como PDF, manda abrir no Photoshop, mas na janela de importação, em vez de importar a página inteira, vc marca pra importar as imagens individuais do arquivo. Aí vc escolhe quais imagens quer importar e elas entram na resolução original. Aí basta salvar a imagem com o mesmo nome e relinkar no Illustrator, sem dar embed.
João, em primeiro lugar, meus parabens pelo vídeo! A tua video/aula está ajudando muita gente a se livrar do tenebroso Corel. A Universidade por onde me formei (ULBRA-RS) só ensinou os princípios do Corel, o que, por fim, fez com que tds dali fossem em direção ao abismo.. hehe.
Agora, cansei de sofrer e estou mudando por conta própria para o Illustrator, mesmo que como comentado já anteriormente, as gráficas aqui do interior do RS usem o Corel em maioria.
Minha dúvida fica na parte das lentes/transparências. O que deve ser feito quando existe uma dessas transparências por cima de um bitmap? Como resolvo isto?
Grande Abraço!
Puxa, João! Seu tutorial foi o máximo. Vai dar um pouquinho de trabalho, mas em compensação não vou mais pedir pra outras pessoas fecharem arquivo pra mim.
Muito obrigada