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Como cuidar da sua identidade online

Você é um designer gráfico. Você tem habilidades, e quer usá-las pra dar sentido à sua vida, e ao mesmo tempo quer ganhar dinheiro pra não morrer de fome. Por outro lado, existem pessoas que precisam das suas habilidades, dos seus serviços e dos seus produtos autorais, e estão dispostos a pagar por isso.
Você controla a Era da Informação. Desde 2006.

Você controla a Era da Informação. Desde 2006.

Entre você e essas pessoas está a internet – uma plataforma fria, um espaço vazio em que tudo pode ser colocado e interpretado conforme solicitado. Isso requer um certo nível de controle da sua parte, pra que essa interpretação seja consistente, e feita de forma que beneficie o seu objetivo, e ao mesmo tempo traga boas experiências ao seu leitor. Pra isso, você deve pensar bem sobre tudo que você publica na rede, como se apresenta graficamente, como se expressa, etc.

A internet, e especialmente as mídias sociais não são uma novidade, e já viraram parte do cotidiano de muita gente há um tempo. Se você trabalha com um computador, eventualmente dá uma navegada na web durante o dia, entra no Facebook, lê emails… E mesmo se não trabalha, pode ter um celular que recebe emails, acessa o Facebook e reproduz mídia rica através de uma conexão 3G, por exemplo.

Pela internet ser uma coisa tão onipresente, pode parecer simples manter uma imagem virtual positiva. Mas quando isso é feito com um objetivo, existem alguns pontos a se atentar. Um designer gráfico, por exemplo,  pode usar a internet com o objetivo de mostrar seu trabalho, sua capacidade e seus interesses, a fim de ser encontrado por clientes que queiram comprar seu trabalho, ou empresas que estejam atrás de talento.

Vou falar então de algumas estratégias, e alguns detalhes técnicos essenciais para que você consiga ter mais controle sobre o seu “eu” virtual, e consiga refletir seu lado pessoal e profissional de forma positiva e consistente na web.

Branding Pessoal

Quem trabalha com branding, deve estar associando isso tudo a branding corporativo. Empresas fazem isso há anos, pois elas sempre tiveram um poder de comunicação enorme, como resultado de oferecer serviços e produtos para muitas pessoas ao mesmo tempo. Mas hoje, você tem esse mesmo poder. Nessa mídia de massa chamada internet, qualquer pessoa pode ter uma audiência tão grande (ou maior) do que uma Coca-Cola ou um Starbucks. Claro que isso requer que você esteja oferecendo algo que muita gente quer.

Mas quem disse que você já não oferece?

Isso significa que se você quer mostrar quem você é, e o que você faz e quer fazer, precisa se apresentar da forma certa. Eu não gosto muito do termo “branding pessoal”, pois a tradução de branding corporativo para o pessoal é simplesmente algo que todos já temos – personalidade. Mas em um ambiente frio como a internet, e com um objetivo em mente, você tem que expressar essa personalidade para o mundo, com as ferramentas e as plataformas que existem, e de forma estratégica. Daí o porquê de você trabalhar seu “branding pessoal”.

Pense no branding pessoal como o autorretrato de um artista. Picasso, por exemplo, criou mais de 10 autorretratos em sua vida. Alguns são tão estilizados que ele está quase irreconhecível. Outros enfatizam mais seu nariz e menos os olhos. Outros o fazem parecer mais bonito do que ele realmente era. Eles são todos diferentes, todos representações das diferentes maneiras que Picasso se enxergava, e dos diferentes estilos do seu trabalho ao longo do tempo. Apesar de todas as imagens representarem a mesma pessoa, elas nos incentivam a ver o homem através de uma lente diferente de cada vez. picasso_autoretratoBranding pessoal é como criar um autorretrato, para refletir quem você é, e comunicar a sua personalidade. No nosso caso, em vez de usarmos a arte, vamos usar internet.

E quais seriam os seus objetivos, de querer usar a internet como meio de expressão? Uma imagem pessoal bem trabalhada na internet pode:

  • … te ajudar a atrair a atenção de quem você quer.
  • … fazer valer à pena que as pessoas falem sobre você.
  • … te diferenciar de outras pessoas do seu nicho.
  • … te ajudar a desenvolver uma certa notoriedade.

Encontrabilidade

Pra começar a pensar que alguém vai ter acesso a um perfil virtual seu, temos que considerar como as pessoas vão te achar na internet. Isso pode acontecer de duas formas: ativa, ou passiva. Ativa no sentido que a pessoa está atrás de algo que você pode oferecer, e passiva no sentido que o seu perfil chega a ela inesperadamente. E no fim, uma forma alimenta a outra.

Pra otimizar a sua encontrabilidade ativa, sua estratégia deve ser mais direcionada à semântica do seu “eu” virtual. Pense por exemplo em alguém buscando no Google por “motion designer rio de janeiro”. Se você quer aparecer na primeira página dessa busca, e preferencialmente nos primeiros resultados, você tem que relacionar essas palavras-chave à sua pessoa. Isso é feito com SEO – Search Engine Optimization (Otimização de Sistemas de Busca). SEO é uma competência por si só, e seria inviável eu descrever todas as diretrizes de otimização aqui. O assunto começa a ficar bem técnico, envolvendo websemântica, usabilidade, backlinks, mas também tem a influência da qualidade do seu conteúdo, e a sua encontrabilidade passiva.

Pra otimizar a sua encontrabilidade passiva, sua estratégia deve ser mais voltada à qualidade do conteúdo que você publica. Imagine que você vai ser encontrado por que alguém indicou seu trabalho pra outra pessoa. Isso provavelmente só vai acontecer se o conteúdo que você disponibilizou online é bom. Esse conteúdo pode ser seu portfolio, um vídeo, um post em um blog, no Facebook, etc. E esse conteúdo deve ser fácil de compartilhar. Isso não é difícil de fazer em mídias sociais, mas não custa nada facilitar o compartilhamento, e incentivar as pessoas a compartilharem seu conteúdo se elas curtirem.share_buttons Jason Fried apontou em 2009 que uma das melhores estratégias pra alcançar pessoas e construir uma audiência é ensinando. É uma estratégia adotada por grandes chefs de cozinha, e pode ser adotada por qualquer um. Ensine outras pessoas a fazerem o que você faz, e você vai construir uma base de seguidores fiéis, que passam a conhecer o seu trabalho, confiam na sua palavra, conhecem a sua capacidade, e estão prontos pra espalhar o seu conteúdo pra você.

Quer ganhar seguidores? Dê algo de graça pras pessoas. Resolva o problema delas, de alguma forma. Inspire-as, converse com elas, e eventualmente elas vão retribuir.

Elementos de identidade online

Assim como existem elementos de identidade visual para empresas (logotipo, símbolo, tipografia, cores, etc), existem elementos de identidade específicos da internet. E assim como os elementos de identidade corporativa são aplicados em impressos, cartões de visitas, papéis de carta, os elementos de identidade online são empregados por diversas plataformas online. Com o mínimo de trabalho, esses simples elementos já vão te dar uma “cara” virtual consistente entre plataformas, especialmente redes sociais, e enriquecer a expressão da sua personalidade na internet.

Nome

Isso mesmo. Na internet você tem controle sobre como as pessoas vão te chamar. No meu caso, meu nome é João Paulo Pereira Diniz Faraco, mas eu escolhi que na internet eu sou apenas João Faraco. Não preciso que as pessoas lembrem dos meus nomes do meio, e não quero que ninguém me chame pelo meu nome composto, e também não tenho nenhum apelido marcante, nem tenho muito interesse em ter um, então eu defini que na internet eu vou me apresentar sempre como João Faraco.

Nome de usuário

É uma boa ideia escolher um único nome de usuário que você use em todas as plataformas. Isso facilita na hora de compartilhar seus perfis sociais por exemplo. No meu caso, jpfaraco é o meu nome de usuário no Twitter, no YouTube, no Behance, etc.

Avatar

Sua imagem de exibição. Pode ser simplesmente uma foto da sua cara, ou uma marca pessoal, ou qualquer coisa que identifique você como você quer ser identificado, e que esteja alinhado com os outros elementos da sua identidade. Algumas dicas:

  • Imagens quadradas são as mais compatíveis. Se o seu avatar for retangular, corre o risco de você usá-lo em um site, e ele ser esmagado pra caber em um quadrado. Sim, acontece.
  • Mesmo com muitos novos serviços que permitem o cadastro usando o Facebook e o Twitter, e que puxam o seu avatar de lá, às vezes é preciso subir a imagem manualmente. Alguns sites só aceitam arquivos com até tantos pixels, ou tantos Kb, então é bom ter seu avatar em tamanhos comuns como 50×50, 100×100, 150×150, 200×200, e por aí vai. É bom ter uma pasta virtual, que possa ser acessada de qualquer lugar, com versões do seu avatar em diferentes dimensões.
  • Muitos sites e serviços usam gravatars. Gravatar é um serviço que hospeda a sua imagem de avatar e o serve pra plataformas como o WordPress.com, que usa avatares nos comentários. No Gravatar, você associa seu email ao seu avatar, então sempre que você fizer, por exemplo, um comentário em um blog do WordPress.com, o seu avatar já vai aparecer.

Tagline

Enquanto em muitos sites e apps o seu perfil só mostra primeiramente o seu avatar e seu nome/nome de usuário, alguns serviços como o Twitter, dão um espaço extra pra você colocar uma tagline. Uma tagline é praticamente um slogan seu. Na verdade é um luxo poder ter esse recurso extra de comunicação – aqui você pode expressar seu diferencial, o que faz você ser você, em uma frase. Pense na tagline como a frase que seus amigos vão falar pros outros, quando eles estiverem falando de você.

Joshua Smith (Hydro74) se declara um "Jedi Vector Master". Porque ele é.

Joshua Smith (Hydro74) se declara um “Jedi Vector Master”. Porque ele é.

Cores (e texturas)

Cores e texturas eventualmente podem ser usadas em muitas peças de autopromoção que você tem controle total. Mas assim como a tagline, não são todos os serviços online que permitem que você customize as cores do seu perfil. Então é bom definir uma paleta de cores (e se for o caso, texturas também) pra quando você puder usá-las. O Twitter também permite que você aplique um fundo colorido ao seu perfil, dando mais consistência à sua identidade visual.

Tom de voz

Esse é mais subjetivo, mas se é pra você expressar a sua personalidade, o seu tom de voz também deve ser consistente em todos os pontos de contato do seu “eu” virtual. Ele deve refletir o jeito que você comunica na vida real, e ser compatível com o que você está mostrando. Você é uma pessoa sarcástica? É conhecido por isso? Seu humor sarcástico é aplicável ao meio online, em forma de texto, imagens e vídeos? As pessoas já se relacionam com esse seu jeito, e te dão moral por ser assim? Esses são exemplos de perguntas que você pode fazer a si mesmo na hora de escolher as palavras que vão expressar o seu tom de voz na internet. Se você é uma pessoa eloquente na vida real, porque o faria diferente na internet? Aproveite isso como mais um recurso de diferenciá-lo de outras pessoas.


Esses elementos podem parecer óbvios, mas pare e pense bem neles – pense em quem poderia estar acessando seus perfis sociais, por exemplo. Por mais que você queira expressar sua personalidade em todos os elementos da sua identidade online, consistência e sensatez vêm antes quando o seu futuro cliente pode te encontrar na internet, por exemplo.

Eu digo consistência no sentido dos elementos estarem alinhados através das diferentes plataformas online, a ponto de deixar claro que os diferentes perfis virtuais pertencem à mesma pessoa real – você. E digo sensatez não no sentido de ser careta nas escolhas, mas de ser sensato quanto aos seus objetivos. Nunca esqueça dos objetivos de você estar trabalhando sua imagem online.

Plataformas

A sua estratégia e seus elementos de identidade precisam acontecer em algum lugar. Na web, você pode se manifestar em plataformas proprietárias e públicas. Vou falar sobre as principais opções, que são naturalmente bem indexadas no Google, e são usadas pela maioria.

Site pessoal

Ter um site normalmente significa ter um espaço onde você vai se expressar livremente, com total controle sobre a apresentação e o conteúdo. Hoje em dia isso é muito fácil de fazer, com plataformas como Tumblr, WordPress e Squarespace.

Se você for usar o WordPress, e não quiser usar um dos temas padrão, considere comprar um tema premium, em vez de baixar um gratuito. Temas premium costumam ter opções de customização avançadas, que fazem o seu site ficar mais personalizado ainda, e são mais bem construídos – muitos seguem padrões da web, e são compatíveis com dispositivos móveis. Se você conseguir se virar com HTML e CSS pra personalizar, melhor ainda. Sem contar que temas gratuitos podem trazer riscos de segurança sérios. Os melhores temas sem dúvida são os do Theme Forest.

wordpress_com_vs_wordpress_org

Qual a diferença entre WordPress.com e WordPress.org?

WordPress.com é o sistema de blog gratuito, parecido com o Blogger, em que você se cadastra e já está com tudo funcionando. Seu blog fica hospedado no servidor do WordPress, mas há algumas limitações do plano gratuito, como a impossibilidade de instalar plugins e temas que não pertencem à galeria.

WordPress.org é o mesmo sistema, mas que você baixa e instala no seu próprio servidor. Muitos serviços de hospedagem já oferecem um instalador do WordPress, mas sempre é melhor fazer isso manualmente. Daí você geralmente tem que criar um banco de dados pra ele, um usuário pro banco de dados, e configurar tudo na instalação do WordPress. E pra ter o domínio .com.br, você precisa registrá-lo no Registro.Br, e configurar o DNS pra apontar pra sua hospedagem. Assim você tem controle total sobre todos os arquivos, podendo instalar plugins, temas e modificar os temas à vontade.

Você pode ter seu site como apenas um hub, linkando para seus demais perfis sociais, e/ou ter um espaço onde posta seus pensamentos. Pode ser uma coisa mais completa também, talvez um blog ativo onde você publica artigos sobre arte e design. Esse tipo de produção de conteúdo é o que atrai leitores que vão acabar se convertendo em seguidores. Isso não acontece da noite pro dia, mas vale a paciência e o trabalho se você quer uma audiência.

Portfolio

É uma boa ideia ter um portfolio online, onde seus melhores trabalhos estão publicados, especialmente em comunidades de portfolio como o Behance e o Cargocollective. Na verdade eu conheço poucos designers que não têm. São fáceis de atualizar (isso é muito importante), e dão bastante visibilidade, em que o seu trabalho fica indexado com tags e avaliações, aumentando a sua encontrabilidade.

O Behance em especial é uma comunidade, onde você pode buscar referências, conhecer e seguir outros designers e artistas, comentar nos seus trabalhos, e se fazer visível. Praticar isso aumenta o seu círculo de contatos e também a chance de aparecerem boas oportunidades.

Procure publicar os seus projetos favoritos, que teve mais prazer em realizar, e nunca se esqueça dos créditos de quem mais esteve envolvido. Valorize-os com a apresentação – se forem trabalhos impressos, tire fotos; se forem trabalhos para web, inclua detalhes do processo; se forem trabalhos de motion, coloque um making-of ou um estudo de caso. Veja como a Fantasy Interactive faz isso com seus projetos de ícones.

Pinterest

A popularidade do Pinterest explodiu no final de 2011, e se tornou uma das plataformas de referências gráficas mais usadas. Use-o para pinar as imagens do seu próprio trabalho, linká-los de volta ao seu site ou portfolio, e também para curar boards com outras referências. Dessa forma, pessoas que acharem seus boards interessantes, vão seguí-los e acabar caindo no seu próprio trabalho.

Dribbble

O Dribbble é como um Twitter pra designers. Em vez de publicar tweets de até 140 caracteres, você publica shots de 400 x 300px. Para participar, você deve ser convidado, então o nível das postagens é alto, e durante um tempo rolou até um certo status pra quem podia postar shots. O Dribbble é uma ótima fonte de referência, especialmente de trabalhos de design de interface, em que os 400 x 300px servem bem pra mostrar detalhes 1:1 de projetos digitais.

Assim como o Behance, o Dribbble é uma comunidade de designers, em que a interação é o combustível pra você se fazer visível. Há também um senso de colaboração, em que pessoas podem evoluir sua ideia e postar versões em forma de rebound. O Daniel Campos escreveu um post bem completo sobre o Dribbble no Logo BR.

Facebook / Twitter / Google +

A santa trindade das redes sociais não deve ser ignorada. Mantenha sua identidade consistente aqui também, e se for o caso, separe o seu “eu” profissional do seu “eu” pessoal, com uma página no Facebook, por exemplo. Lembre-se do seu objetivo antes de compartilhar o Chapolin Sincero.

Se você quer ser encontrado, mas manter a privacidade, preencha seus perfis com as informações básicas e um link pro seu site/blog/portfolio onde alguém possa entrar em contato com você. Redes sociais podem parecer só diversão, mas essas informações são muito consideradas pelo indexador do Google, e tê-las completas e consistentes ajuda muito no fortalecimento da sua presença online.

Note que quando você for divulgar um trabalho no Facebook e no Google+, por exemplo, em vez de postar só o link e deixar o Facebook escolher o thumbnail (se é que ele vai achar um), poste uma imagem, acompanhada do texto e link pro trabalho. Posts com imagem geram cerca de 53% mais cliques do que posts só com texto, pois chamam muito mais atenção. Sem contar que essa mesma imagem de chamada pode ser postada em outras redes, como Pinterest e Instagram, também linkando pro trabalho em questão.

LinkedIn

A rede profissional tem uma enorme força no mercado internacional, e está ganhando tração e importância no Brasil. Dois amigos meus que estão morando no exterior confirmaram que ter um perfil atualizado no LinkedIn é obrigatório se você quiser ser encontrado por um headhunter. Fora isso, muitos dos contatos que fizemos para realizar o Insert, conseguimos através do LinkedIn. E além de tudo isso, o LinkedIn também é muito considerado pelos crawlers do Google. Mantenha o seu atualizado sempre, e seja ativo para enriquecer suas conexões.

YouTube / Vimeo

Para motion designers, é imprescindível ter uma conta no YouTube e/ou no Vimeo, para hospedar seus trabalhos. Ambas as plataformas oferecem estatísticas de visualizações, sistema de comentários, assinaturas, basicamente o que você precisa pra ter uma audiência com quem pode se relacionar facilmente.

E mesmo se o seu conteúdo principal não for vídeo, pense em usar vídeo como uma ferramenta de marketing, pra divulgar um projeto.

Note que vídeos do YouTube aparecem como thumbnails na página de resultados do Google, e quando têm relevância o suficiente com a busca, são os primeiros resultados.

Screen Shot 2013-04-24 at 4.25.25 AMAbout.me / Flavors.me

Não tem tempo de montar um site simples, com os seus links de mídias sociais e informações de contato? Crie uma conta no About.me ou no Flavors.me, e faça isso sem esforço. As páginas ficam todas meio parecidas, mas basta uma boa foto sua no fundo pra passar como site pessoal. Sem contar que os dois têm suas comunidades, e são bem indexados pelo Google.

Email

Email ? Isso mesmo. De que adianta se apresentar de um jeito na internet, se quando na hora de mandar um simples email pra alguém, você escreve tudo errado, esquece a pontuação, da coesão e da coerência ? Leia e releia todo email que você for enviar. Email não costuma ser uma redação de vestibular, então não custa demorar 10 minutos extras pra lapidar um email que você vai mandar pra um cliente, por exemplo. Se quiser arrancar a tecla de CAPS LOCK do seu teclado, fique à vontade.

Outros

Além das plataformas mencionadas acima, fique ligado em outras plataformas que as pessoas estão usando. Muitos amigos no Instagram? Por que não divulgar seus trabalhos lá de vez em quando, com fotos expressivas do seu processo de criação por exemplo? Seja criativo e aproveite esses novos formatos como do Cinemagram, Lightt e Vine.

Inspiração

Separei alguns designers que cuidam bem das suas identidades online, e se apresentam de forma bem consistente na internet.

Carol Rivello

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Douglas Cavendish

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Elvis Benício

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  • Uno de Oliveira

    Sensacional João!! 🙂

  • Suelen Nunes

    Ótimas dicas!

  • Gabo

    Obrigado por compartilhar o conhecimento e fornecer estas dicas muito boas. Creio que não basta ter um trabalho bacana, saber “vender seu peixe”, ter uma apresentação legal, profissional, ajudam um bocado. Estou tentando começar a trilhar este caminho. João, você falou sobre o Behance, eles oferecem um editor de portfolio chamado ProSite, que é grátis para fazer, mas se você quiser publicar mesmo, custa uma graninha, ficam com aparência muito boa e tem muitas funcionalidades. Você conhece este serviço? Se sim, recomendaria? No mais, parabéns pelo trabalho!

    • Eu conheço pouca gente que usa o ProSite. Ele é como se fosse uma versão do Behance mais personalizada e exclusiva, o que acaba deixando seu portfolio mais profissional. Mas o Behance em si já é uma plataforma tão boa, e gratuita, onde os projetos já ficam bem apresentados, então a não ser que você se preocupe muito em ter um pouco mais de exclusividade na apresentação (não ter a marca do Behance associada, e direcionar pra um domínio próprio), não vejo porque investir no ProSite.

      • Gabo

        Legal, valeu!

  • Saulo M.

    Foda demais as dicas! Deu até vergonha o quanto eu sou um ninguém na internet, mas vejo que posso melhorar muito isso.

  • Dinho

    Foda esse post. MUITO obrigado pelas dicas!

  • Henrique Elias

    Excelente conteúdo.
    Obrigado!

  • Nossa, me ajudou e esclareceu pontos-chave na criação da minha marca pessoal. Muito obrigado pelo post!